Ano letivo na Max Planck começa com boas-vindas aos alunos e treinamento de professores

Ano letivo na Max Planck começa com boas-vindas aos alunos e treinamento de professores

Estudantes iniciaram em 15 de fevereiro; corpo docente teve evento de atualização em janeiro

Enquanto os veteranos estão iniciando mais um semestre de estudos, cerca de 800 calouros da Faculdade Max Planck começam a conhecer e entender como funcionará os próximos anos de muito aprendizado. “Muitos amigos estudam aqui e me indicaram a Faculdade. Sei que não vou me arrepender da escolha”, conta Danilo Feliciano, 21, que vai iniciar o curso de  Marketing.

O receptivo teve abertura do gestor institucional, professor Heleno da Silva Luiz Junior, que apresentou o diretor da instituição, professor Hector Edmundo Huanay Escobar, e também os coordenadores de cada curso. O evento também foi agitado pela dupla pop/rock Fhilipe Maia e Junior Andrade.

Focada no ensino na prática, a Max Planck atrai estudantes que tem a percepção do aprendizado diferenciado. A professora de yoga e terapeuta holística Ana Ruth Retore, 37, é ingressante no curso de Fisioterapia. “Meu marido já é fisioterapeuta e percebe a diferença de ensino dos estagiários da Max em relação a outras instituições. Além disso, vejo como a Faculdade é bem conceituada”, garante.

O reconhecimento positivo da instituição se deve pelo compromisso em oferecer 50% de aulas práticas, além da utilização das Metodologias Ativas, que transformam os alunos em protagonistas de seu próprio aprendizado, tendo os professores como facilitadores deste processo. Nesse sentido, a Max Planck investe em atualização constante do corpo docente.

Metodologias ativas

Por isso, muito antes dos alunos, os professores iniciaram as atividades de 2016 por meio de um treinamento específico da metodologia, em janeiro. “A idéia é que os professores familiarizem o estudante ingressante com a metodologia e o projeto pedagógico da faculdade, ou seja , 50% de aulas práticas, seguindo o nosso diferencial e de que aqui o futuro acontece na prática”, explica a professora Christianne Stegmann, responsável pelo programa FOCO (Formação Continuada) da Max Planck.

Para a professora Rosa Virgínia, a grande revolução destas metodologias não está no uso de grandes tecnologias ou pomposas estratégias. “A mudança de postura das partes, capacitando o aluno a ser um sujeito pensante e atuante e intervindo de forma mais precisa dentro da realidade de sua comunidade. Quanto aos professores, o grande ganho está no melhor adaptar-se à sociedade do conhecimento, repensando e otimizando sua função docente”, explica.

Fábio Monteiro é aluno de Engenharia de Produção e garante que o diferencial do método é proporcionar ao aluno a liberdade em sala de aula. Mas para isso é preciso que o professor seja um parceiro. “Com esse método aparecem características positivas e negativas em todos os alunos, a descoberta de características pessoais acabam surgindo no decorrer das aulas, e eu, em particular, gosto de trabalhar em grupos que precisem de lideranças e decisões. Quando o professor é capacitado para aquela tarefa fica claro a função dele como um facilitador no dia a dia na sala de aula”, garante.