UNIMAX SEDIA DEBATE SOBRE POLÍTICAS ACADÊMICAS COM REPRESENTANTES DO CAPES E CNE

UNIMAX SEDIA DEBATE SOBRE POLÍTICAS ACADÊMICAS COM REPRESENTANTES DO CAPES E CNE

Evento reuniu professores, coordenadores e alunos do Grupo Polis Educacional no anfiteatro da Instituição de Ensino

A UniMAX – Centro Universitário Max Planck sediou o debate sobre Políticas Acadêmicas Institucionais na Graduação, Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa promovido pelo Grupo Polis Educacional e mediado pelo Pró-Reitor Acadêmico, Professor José Carlos Pacheco Coimbra e pelo Reitor, Professor Dr. Ricardo Tannus. O debate aconteceu no dia 17/09, no anfiteatro da UniMAX.

O evento contou com a participação de Dr. Abílio Afonso Baeta Neves, Presidente da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior); Dr. Luiz Roberto Liza Curi, Conselheiro do CNE (Conselho Nacional de Educação) e Presidente do CES (Câmara de Educação Superior) e; também do professor Antonio Carbonari Netto.

De acordo com Dr. Curi os currículos deveriam ser os ordenamentos mais importantes das IES (Instituições de Ensino Superior) e deveriam superar os currículos mínimos propostos pela LDB (Lei de Diretrizes Básicas). “A maioria das IES fazem uma cópia sistemática do que é normatizado sem particularidades. Porém, vejo o currículo como uma oportunidade de flexibilizar a formação”, disse. “Uma boa política institucional abrange o currículo, uma boa agenda curricular e pesquisas, além disso, tem de beneficiar a sociedade, formar mão de obra qualificada e abrir espaço no mercado de trabalho”, completou.

O conselheiro do CNE ressaltou ter observado flexibilidade nas instituições que formam o Grupo Polis Educacional (UniMAX, UniFAJ, UniJÁ e FAAHROH). Ele falou ainda que acredita que a produção de pesquisa deve ser trabalhada já na graduação e não apenas no doutorado e mestrado.

Já o professor Carbonari destacou as mudanças nas diretrizes que irá permitir mais autonomia às IES em relação à carga horária e sobre a importância das IES terem revista própria para divulgação de pesquisas, como a Revista Intellectus do Grupo Polis. Além de salientar que os mestrados profissionais precisam estar focados na resolução de problemas reais do mercado de trabalho e sobre as mudanças no papel do professor. “Fazer com que o aluno aprenda fora da escola é o futuro da humanidade”, afirma.

Dr. Abílio trouxe novidades sobre o modelo de avaliação da CAPES para novos cursos de pós-graduação stricto sensu para garantir o dinamismo nas aprovações. Segundo o presidente, o CAPES recebe 1400 novas propostas de cursos e em todo o Brasil já somam sete mil pós-graduações. Abílio enfatizou que o mercado está em constante evolução e com isso nasce a necessidade de pós-graduações profissionais que tem por objetivo intensificar a relação com os segmentos e construir com parceiros locais e regionais propostas que beneficiem de forma direta a sociedade, formando mão de obra capaz de atender a demanda real do mercado de trabalho.

Na oportunidade, o Pró-Reitor Acadêmico, Professor José Carlos Pacheco Coimbra e o Reitor, Professor Dr. Ricardo Tannus questionaram sobre as avaliações do MEC (Ministério da Educação). Segundo os convidados há expectativa que haja mudanças nas diretrizes e instrumentos de avaliação do órgão federal com maior foco na aprendizagem do aluno.

O debate contribuiu para que professores, coordenadores e alunos se aprofundem na compreensão das Políticas Acadêmicas que norteiam as Instituições de Ensino de todo o país.

27/09/2018

 

 

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