Projetos de Engenharia de Produção da MAX resgatam cultura dos carrinhos de rolimã

Projetos de Engenharia de Produção da MAX resgatam cultura dos carrinhos de rolimã

Alunos do 3º semestre passaram por todo o processo desde o planejamento até a execução

O resgate da cultura de produzir carrinhos de rolimã foi o destaque dos projetos dos alunos do 3º semestre do curso de Engenharia de Produção da Faculdade MAX PLANCK. Idealizar, planejar e executar são algumas das ações incentivadas pela Instituição e que valoriza o aprendizado prático.

“O professor Marcos Sotelo dá a disciplina de Projeto Temático 2 e o desafio desse semestre foi construir um carrinho. Ele não especificou se seria de rolimã. Nosso grupo decidiu por ele, porque o carrinho de rolimã é coisa antiga, que os avós e as crianças faziam e hoje não tem mais essa essência. Pegamos  a ideia do passado e alienamos com a tecnologia que tem hoje”, conta o aluno Alisson Freitas.

O estudante explicou ainda que o grupo pensou na ergonomia do carrinho, colocou rodinhas para poder carregar e banco para garantir conforto. “Fizemos o tamanho do carrinho avaliando uma pessoa de porte pequeno e uma de porte maior também. A gente acredita que serve para pessoas a partir de 8 anos até o final da vida. O porte de peso é de até 120 quilos”.

Para o aluno Gabriel Ferreira colocar a mão na massa para a produção do carrinho foi essencial. “A gente faz parte de uma geração que compra tudo pronto. É fácil colocar no Google, carrinho de rolimã, para comprar e você acha. Ao invés de fazer, ter o trabalho e depois no final do dia curtir. Esse foi um dos maiores desafios, porque a gente não tinha nenhum conhecimento prático nem teórico de como começar esse carrinho. A gente pensou, planejou, errou, refez, errou de novo, para depois conseguir chegar nesse carrinho, que seria nosso objetivo”.

De acordo com o professor Marcos Sotelo, a intenção foi essa mesmo: deixar os alunos iniciarem de forma livre. “A ideia foi dar um desafio para que pudessem fazer em um semestre, que começassem a identificar quais são as dificuldades de cada etapa. Como a gente começa? Começa com o desenho, como organiza o pessoal, distribui a tarefa? Num primeiro momento a gente conversou e foi uma coisa mais intuitiva”, explica.

Sotelo completa: “O que eu quis mostrar para eles? Que todas essas dificuldades são desse jeito dentro da indústria. Ao longo do curso o que eles têm que aproveitar? Poxa! Como posso organizar melhor o pessoal, fazer processos melhores, fazer um carrinho melhor, ser mais rápido, não levar tanto tempo, como faço a documentação?”.

O professor conta que a ideia é que esse projeto evolua e se transforme num kart ou num baja. “A ideia é fazer veículos de alta eficiência energética. Você coloca uma bateria elétrica com pouca carga e ele vai dar várias voltas, inclusive isso é uma competição mundial. A gente tenta aos pouquinhos incentivar. Temos projetos de vários estilos, não foi dada uma descrição, a partir de um carrinho de rolimã. Daí teve gente que fez carrinho de vários tipos de formato”.

Já a aluna Sueli Inácio salienta o apoio dado pelo professor. “O Sotelo nos deu muito suporte, sempre nos ajudando, nos apoiando até para manusear os equipamentos com segurança”.

Alisson complementa que achou interessante usar ferramentas de outros semestres. “A gente está no terceiro, mas pegou as ferramentas que teve no primeiro e no segundo e aplicou nesse. Por exemplo, a gente não sabia manusear um torno, uma máquina, serra de bancada, tico-tico. Tudo o que a gente aprendeu foi dentro dos laboratórios da MAX e conseguiu por em prática agora desenvolvendo um projeto próprio”.

O estudante finaliza dizendo que a prática é primordial para seu futuro profissional. “A gente não tem medo de desenvolver a parte prática. A maioria das aulas são práticas, esse é o diferencial, porque a gente não ficou só na teoria, aquela coisa maçante. Um dia a gente estava no laboratório de marcenaria no outro operando um torno, outro dia a gente estava na serra. A agilidade que a gente pega hoje para usar dentro do mercado de trabalho. Porque não adianta saber só a teoria, mas não saber a prática. A teoria é boa, mas a prática é essencial”.

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