Ponte de macarrão treliçada suporta 52 quilos e vence a competição da Engenharia Civil da MAX

Ponte de macarrão treliçada suporta 52 quilos e vence a competição da Engenharia Civil da MAX

Adesão dos alunos do 1º semestre foi grande e rendeu 16 projetos diferentes

Realizada pela primeira vez entre estudantes do 1º semestre do curso de Engenharia Civil da Faculdade MAX PLANCK, como atividade do Projeto Educar, a competição de pontes de macarrão teve por ganhador o grupo do aluno Fernando do Nascimento. Entre 16 projetos diferentes, a ponte treliçada feita por eles suportou 52 quilos.

“O nosso grupo pesquisou na internet qual ponte aguentava mais peso, tinha uma de arco e a nossa que é treliçada. A gente escolheu essa que aguentava mais força e reforçamos os pontos mais frágeis dela. Resolvemos fazer oca, porque a professora de Arquitetura informou que era a que aguenta mais. Ficamos um, dois ou três dias tentando reforçar em sala de aula. Teve um dia que quebrou bem numa emenda, ficamos meio desanimados, daí a gente reforçou e aguentou 52 quilos”, explica Fernando do Nascimento.

Para a produção, os alunos utilizaram macarrão nº 7 e cola branca para fazer os tubos. “Ficamos meio receosos, porque cola branca trinca. Os cordões com a cola branca trincaram, daí usamos cola de cano e ficou boa. Usamos chumbador químico para montar, porque seca mais rápido e depois revestimos com Durepóxi para ficar mais forte”, conta Fernando. “A gente trouxe o macarrão e contou para dividir o peso, porque não podia passar de 750 gramas, mas o professor falou que podia ter uma margem. A nossa ficou em 780 gramas, porque passamos Durepóxi e ficou um pouquinho mais pesada”, completa.

Do mesmo grupo vencedor, o aluno Daniel Biolino fala sobre a importância do projeto. “Foi bacana a experiência, ajuda também nos nossos estudos, a parte de treliça, porque vamos ver isso na vida real. Muito bacana esse projeto da Faculdade de fazer essa competição. Acho que tem que ter em mais anos, não só 1º semestre de Engenharia”, disse. “É bom, porque às vezes a gente fica só na parte teórica e a parte prática é quando a gente testa, projeta, vê quando aguenta, projeta, desenha, só assim para você pegar, só na teoria você não aprende muita coisa”, emenda.

O aluno Fernando ressalta ainda que achou interessante a competição, que toda a sua sala ficou empolgada, tanto que rendeu 16 pontes diferentes. “Uma melhor que a outra. Eu não achei que ia ser o vencedor. Estava confiante que ia aguentar entre 10 a 20 quilos, mas não mais de 50. Ficamos bem ansiosos. Pra nós foi uma bela de uma experiência, em questão de transmissão de força, de compressão, de tração da ponte. Acho que foi uma boa experiência para gente”.

Para finalizar, o universitário salienta que está se adaptando muito bem à nova metodologia da Faculdade com o Projeto Educar. “A metodologia da faculdade está muito legal. Quando eu comecei, achei que não ia gostar muito. Não estava mais acostumado, faz muito tempo que terminei. Daí quando mudou a metodologia, pensei: agora estou mais perdido ainda. Mas está muito legal, a gente está bem envolvido, os colegas ajudam um ao outro. Terminamos nossa ponte e ajudamos os colegas, eles deram palpite na nossa também, ficou bem legal assim, até na questão de aprendizagem, um ensina o outro”.

31/07/2018

 

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