Medicina Veterinária da MAX participa de ação de controle da Leishmaniose

Medicina Veterinária da MAX participa de ação de controle da Leishmaniose

Ação faz parte de parceria com a Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Indaiatuba

A participação ativa de alunos e professores em ações e projetos de relevância para a comunidade é um dos diferenciais do curso de Medicina Veterinária, que teve o Projeto Pedagógico avaliado com nota máxima (5) pelo MEC, em agosto de 2017. A parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por exemplo, é uma das iniciativas que permite a realização de várias atividades, como a participação na ação de prevenção à Leishmaniose que aconteceu no município, no primeiro semestre do ano. Na oportunidade, estudantes acompanharam a equipe de Vigilância Epidemiológica para realizar colheita de sangue de animais com objetivo de investigar casos da doença.

“A Leishmaniose é uma zoonose que pode acometer homens e animais, e pode levar à morte. Os animais infectados podem ou não apresentar sinais clínicos, por isso é importante a avaliação clínica pelo médico veterinário, além do diagnóstico laboratorial e exames parasitológicos específicos. Ser parceiro da Vigilância Epidemiológica municipal nesse ação demonstra a credibilidade de nosso curso, e também é mais uma excelente oportunidade de nossos alunos praticarem os conceitos das aulas”, conta a coordenadora do curso de Medicina Veterinária, professora Maria Fernanda Vianna Marvulo.

Doença de transmissão vetorial, a Leishmaniose tem a participação do mosquito palha ou pólvora, do gênero Lutzomyia como o vetor responsável. “Com evolução crônica, essa zoonose pode causar perda de peso, perda de pelo na área dos olhos e em outras regiões do corpo, alterações em unhas como crescimento excessivo. Com a evolução da doença, o fígado e o baço aumentam. Existem dois tipos de Leishmaniose: tegumentar ou cutânea e a visceral. A visceral tem os canídeos como os principais reservatórios, entre eles os cães, cachorros-do-mato, gambás, raposinha, entre outros. E no tipo tegumentar são os roedores”, explica a docente.

A prevenção é a melhor maneira de combater a doença. “É extremamente importante alertar a população no sentido de prevenção dessa enfermidade, porque a Leishmaniose é uma zoonose, então pode acometer seres humanos e animais. Então, orientar e alertar a população são de extrema relevância. É muito importante que todos conheçam sobre a doença, porque afinal de contas, só conseguimos prevenir aquilo que conhecemos”, afirma a professora.

Na região de Indaiatuba alguns casos suspeitos foram registrados no mês de julho, mas poucos foram confirmados. Um motivo a mais para reforçar os cuidados e atenção por parte da população. “Hoje a gente sabe que o mais importante é investir na prevenção. Ou seja, prevenir para evitar que o problema ocorra porque tem a transmissão por meio de um mosquito, ou seja, por um vetor. Temos que investir no manejo ambiental. A eutanásia dos cães não resolve o problema. A preconização de tratamento, da orientação de um médico veterinário, é imprescindível”, afirma a dra. Maria Fernanda.

O uso de repelentes e o manejo ambiental são essenciais para manter animais e seres humanos longe dessa zoonose. “É um mosquito com hábito crepuscular, isso significa que ao anoitecer é quando começa sua atividade. Ele gosta muito de matéria orgânica, ou seja, de terreno baldio que tenha restos orgânicos, seja de grama, alimentos ou frutas, compostagem, entre outros. Então, investindo no manejo ambiental evitamos a proliferação do vetor. E para os animais, principalmente cães, é importante investir no uso de coleiras inseticidas ou medicamentos que o animal pode tomar e que ajudam na prevenção”, diz a coordenadora de Medicina Veterinária da MAX.

A Leishmaniose é típica do ambiente silvestre ou rural. Com o avanço da população para essas áreas, ocorre o contato com esse mosquito. “Existe uma vacina, mas não se preconiza o uso indiscriminado. Tem que realmente passar por uma consulta com médico veterinário para poder avaliar a situação epidemiológica porque algumas vacinas podem interferir, dependendo do teste diagnóstico. Por isso, o mais importante é investir no uso de repelente e de manejo ambiental com limpeza de áreas, terrenos e quintais, compostagem fazendo tudo de forma correta, é realmente a principal maneira de prevenção. Em relação aos humanos, o uso de repelente também é importante”, relata a docente.

Vale lembrar que proprietários ou tutores devem sempre estar atentos a seus animais, levar ao médico veterinário, fazer consultas regulares, além de ter atenção à limpeza de ambientes garantindo o manejo ambiental. “E para quem precisar de atendimento, lembro que temos o Hospital-Escola Veterinário da Faculdade Max Planck (HEV-MAX), que fica aberto 24 horas por dia, onde fazemos atendimento a todos os animais, de grande e pequeno porte, além de animais silvestres”, conclui a professora Maria Fernanda.

Agendamentos de consultas e outros procedimentos no Hospital-Escola Veterinário (HEV-MAX) podem ser feitos pelo telefone (19) 3885-9902. O endereço é Rod. João Ceccon, km 4 – Jd. Altos do Bela Vista – Indaiatuba-SP.

 

 

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