Expansão do projeto Educar acontece a partir de 2019 em todos os cursos da UniMAX, UniFAJ, UniJÁ e FAAGROH

Expansão do projeto Educar acontece a partir de 2019 em todos os cursos da UniMAX, UniFAJ, UniJÁ e FAAGROH

Novidade foi apresentada durante receptivo de docentes ocorrido no dia 11/08 na UniMAX – Centro Universitário Max Planck

Em 2019, o projeto Educar será expandido para todos os cursos do Grupo Polis Educacional, que contempla as instituições de ensino superior UniMAX, UniFAJ, UniJÁ e FAAGROH (Faculdade de Agronegócios de Holambra). A novidade foi apresentada pelo Pró-Reitor Acadêmico, Professor José Carlos Pacheco Coimbra, em receptivo oferecido aos professores, no dia 11/08, na UniMAX – Centro Universitário Max Planck, em Indaiatuba.

Segundo Coimbra, a expansão do Educar valoriza a metodologia ativa de aprendizagem em que o ensino é personalizado e adaptado ao ritmo do aluno, além de priorizar a oferta de aulas práticas e o uso de novas tecnologias. O objetivo é que a cada dia mais o docente se transforme em facilitador do aprendizado a fim de contribuir com o desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos.

“Ao longo desses anos, desde que a instituição iniciou suas atividades em 1999, falamos em todas as reuniões sobre a prática. A exigência e a necessidade da questão prática, porque sempre acreditamos que ela é transformadora”, salientou o Pró-Reitor Acadêmico. “O Professor Tannus tem nessa metodologia, a certeza que a prática aliada a uma boa formação teórica prepara a pessoa para a vida profissional e pessoal” completa.

Coimbra ressaltou também que a filosofia do grupo “Seu futuro na prática” vem ao encontro da cultura maker difundida pela sociedade atual e que valoriza o fazer. Falou ainda sobre o investimento em capacitação constante dos professores, citando a formação de multiplicadores em metodologias ativas em Harvard, que teve por objetivo atender essa tendência, além das parcerias, como a do Google for Education.

Já o Reitor, Professor Ricardo Tannus, explanou sobre o perfil do jovem da Geração Y, que não abre mão da vida pessoal, é colaborativo, multitarefa, tem habilidades tecnológicas e é mais propício a trabalhar em grupos. Falou também sobre os desafios e oportunidades do ensino.  “A presença do professor é indispensável, em qualquer hipótese. Aquilo que se falava há 30 ou 40 anos atrás de que o professor iria perder o emprego, não existe. Porém, a atitude do professor tem que ser mudada, tem que evoluir. É uma atitude em que ele vai construir o conhecimento junto dos alunos”, disse.

Tannus reforçou que o papel do professor é conduzir para um conhecimento mais aprofundado, construindo as melhores práticas e com respeito à diversidade dos alunos. “Não temos uma linha de produção. Não entra um aluno aqui e sai ali um engenheiro ou um advogado. Ele é construído emocionalmente por vários fatores em que os professores junto do aluno geram competências e habilidades. São pessoas ensinando pessoas”, finaliza.

 

TOM Sociocultural 

Outra novidade apresentada pelo Diretor da UniFAJ, Flavio Pacetta, é que a partir de 2019, as atividades do Departamento TOM Sociocultural Educativo serão integradas às disciplinas de todos os cursos oferecidos pelo grupo.  O intuito é aliar ao ensino técnico a formação integral e humanista. “Um projeto muito interessante, que sempre existiu na instituição, embora de forma mais pontual ou esparsa, mas que acabou se integrando de uma maneira tão bacana, que o próprio MEC observa e impõe a necessidade de que esse tipo de atividade seja parte da formação integral dos nossos alunos”, conta.

“TOM, essa palavra bonita, que significa o TOM da voz, o TOM da cor, o TOM da iniciativa, o TOM do relacionamento. Esse departamento foi a integração dessas atividades que foram acontecendo na instituição. Esse nome TOM veio dos nossos alunos, de um concurso que fizemos e que indicava numa só palavra algo que transcendia a própria indicação”, explica Flavio.

De acordo com o Diretor, a conexão das ações socioculturais vem para contribuir para o aproveitamento acadêmico dos alunos, além de alinhar e direcionar as atividades para o aprendizado contínuo e multidisciplinar, fazendo com que as instituições de ensino do grupo passem de parceiras ou apoiadoras de eventos a organizadoras. “Para nós, o importante é fazer com que essas ações, como a Festa Junina da UniMax, tenham impacto para o aluno, porque assim terá impacto para a sociedade”, disse.

Texto: Tatiane Lima – Faculdade Max Planck

Fotos: Claudia Shirano – Faculdade Max Planck

14/08/2018

 

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