ENFERMAGEM – Você sabe a diferença entre gripe e resfriado?

ENFERMAGEM – Você sabe a diferença entre gripe e resfriado?

A diferença no número de doentes por doenças infecciosas não difere tanto nas doenças de Verão e de Inverno, segundo dados da OMS – Organização Mundial da Saúde. Devemos lembrar que gripes e resfriados são doenças geralmente autolimitadas e na maioria dos casos sem a necessidade de tratamento medicamentoso. Ou seja, podemos utilizar alguns procedimentos que nos cause um bem estar temporário.

Na verdade, a causa de gripes e resfriados são vírus. Então, o frio não é propriamente o causador dessas doenças, ele apenas contribui das mais variadas maneira que a doença se instale no nosso organismo.

A gripe, ou influenza sazonal, é uma doença respiratória que se inicia em geral com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como a tosse e outros, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar.

Existem mais de 200 tipos de vírus causadores de resfriados, e um tipo causador da gripe, porém o vírus da gripe contém inúmeros subtipos e a cada ano pelo menos três ou quatro são os grandes causadores de gripes durante o inverno. Esse é o motivo da vacina contra gripe, a qual anualmente adquirimos, conter três ou quatro subtipos de Influenza que variam ano a ano.

O resfriado também é uma doença respiratória frequentemente confundida com a gripe, mas é causado por vírus diferente, como rinovírus, parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (RSV), que geralmente acometem crianças. Os sintomas do resfriado, apesar de parecidos com da gripe, são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias: incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. A ocorrência de febre é menos comum e, quando presente, é em temperaturas baixas.

São registrada, ainda, algumas alterações fisiológicas como redução da circulação das células de defesa, redução na produção de vitamina D, redução da ingestão de água, aumentos do estresse, entre outras, favorecem o comprometimento da saúde.

Podemos nos prevenir das doenças respiratórias que surgem especialmente no inverno, como gripe, resfriado e sinusite, fortalecendo o sistema imune, consumindo regularmente alimentos ricos em vitaminas e minerais, como frutas, legumes, verduras e cereais. Só assim o organismo consegue combater os microrganismos invasores com maior facilidade.

Estas medidas devem ser seguidas rigorosamente, especialmente quando se tratam de bebês, crianças, idosos e quando há pacientes acamados. Apesar de simples cuidados, estes auxiliam a prevenir complicações respiratórias que podem representar um risco para a vida do indivíduo.

Alguns cuidados essenciais para prevenir são fundamentais como orientação geral a população:

  • Proteja o nariz e a boca. Cubra-os enquanto espirra ou tosse e use lenços descartáveis.
  • Evite tocar a boca e o nariz.
  • Lave as mãos com água e sabão e use álcool gel 70% regularmente, especialmente depois de tocar o nariz e a boca ou superfícies que possam estar contaminadas.
  • Melhore a circulação de ar abrindo as janelas.
  • Evite ficar por muito tempo em locais com grande aglomeração de pessoas.
  • Mantenha hábitos saudáveis: coma bem, durma bem e faça exercícios.

Referências:

  • Neves, d. P. Parasitologia Humana. 13° ed., São Paulo: Atheneu, 2016.
  • Guyton & Hall , Tratado de Fisiologia Médica – 13ª ed.,  editora  Elsevier / medicina nacionais,   2017
  • Levinson, Warren, Microbiologia Médica e Imunologia – 13ª ed. Porto Alegre,  2016          
  • Portal EBC – Empresa Brasileira de Comunicação

 Eliete Aparecida Silva é bióloga e docente no curso de Enfermagem da Faculdade Max Planck. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior, mestranda em Biologia Geral Aplicada. Atualmente cursando especialização em Análises Clínicas.

 

Alexandro Marcos Menegócio é enfermeiro, docente e coordenador de Curso de Enfermagem da Faculdade Max Planck. Tem pós-graduações em Administração Hospitalar, Enfermagem no Trauma, Psicopedagogia, Didática e Metodologia do Ensino Superior, Intervenções Multidisciplinar em Dependência Química e Metodologias do Ensino à Distância. Mestre em Gerontologia Social e membro do Grupo de Estudos na Saúde Mental na Unifesp, atualmente está realizando especialização em Preceptoria.

 

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