EM AÇÃO CONJUNTA, ENFERMAGEM DA UNIMAX VACINA CONTRA RAIVA CERCA DE 260 ALUNOS DE MEDICINA VETERINÁRIA

EM AÇÃO CONJUNTA, ENFERMAGEM DA UNIMAX VACINA CONTRA RAIVA CERCA DE 260 ALUNOS DE MEDICINA VETERINÁRIA

Orientados pelos professores, futuros enfermeiros aplicaram doses da pré-exposição antirrábica que foram cedidas pela Secretaria Municipal de Saúde de Indaiatuba

Em torno de 260 alunos do curso de Medicina Veterinária do UniMAX – Centro Universitário Max Planck receberam a vacinação pré-exposição antirrábica nos dias 10 e 17 de setembro no HEV-UniMAX. A terceira dose será no dia 08 de outubro. A ação aconteceu nos períodos da manhã e noite e foi realizada por aproximadamente 26 estudantes do curso de Enfermagem orientados pelas professoras Adriana Salmem e Katia. As vacinas e todos os materiais descartáveis foram cedidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Indaiatuba.

A coordenadora do curso de Medicina Veterinária, professora Maria Fernanda Vianna Marvulo, enfatiza que a imunização é de extrema importância e tem por objetivo promover o desenvolvimento de anticorpos, a fim de que os alunos estejam protegidos num eventual acidente com animal raivoso ou com suspeita de raiva. “Eles receberão três doses da vacina antirrábica para seres humanos. Recebendo a vacina vão produzir anticorpos, e será verificado se converteram até títulos protetores”, diz.

Maria Fernanda explica que a raiva é provocada pelo vírus do gênero Lyssavirus, é uma zoonose, uma doença fatal, transmitida por mordida, lambida ou arranhadura de um animal infectado, em que os médicos veterinários, assim como os profissionais de saúde, estão expostos aos riscos, diariamente, durante o exercício da profissão. “Ela acomete mamíferos, sendo os herbívoros como equinos, bovinos e suínos, cães e gatos, mamíferos silvestres e os morcegos os mais próximos do ser humano, com destaque para os morcegos que também são transmissores”.

A coordenadora considera ainda que, para os alunos de Enfermagem, essa vacinação representa uma oportunidade de estágio diferenciada, pois a injeção intradérmica não é um tipo de prática muito comum no dia a dia da profissão. “Com essa ação estamos conseguindo vacinar todos os estudantes de Medicina Veterinária. Já fizemos o ano passado e este ano estamos retomando e contemplando os demais alunos”, conta.

“Após a terceira dose, 14 dias depois, existe uma prática que chama titulação, que é o sorodiagnóstico, que verifica a quantidade de títulos de anticorpos protetores que o organismo produziu. Se tiver anticorpos protetores, ninguém precisa de revacinação. Para quem trabalha na área de risco é necessário, todo semestre ou pelo menos uma vez por ano, fazer a titulação. Se baixar os títulos a menos de meia unidade internacional por mililitro terá de fazer reforço vacinal”, cita Maria Fernanda.

Do 8º semestre de Medicina Veterinária, o aluno Miguel de Souza Ananias Garcia emite sua opinião sobre a vacinação. “A gente tem bastante contato com animais e, muitas vezes, a gente não sabe se ele chega infectado com raiva, então é muito importante já estar prevenido”, considera.

O coordenador do curso de Enfermagem, professor Alexandro Marcos Menegócio, destaca que a ação foi de grande valia aos alunos do curso de Enfermagem, pois puderam desenvolver várias competências e habilidades, desde a aplicação da dose da vacina intradérmica, a partir do procedimento, como manejo com imunobiológicos, mas também acolhimento, interação interpessoal, recepção, orientação além de atuarem diretamente na promoção e prevenção em saúde.

A ação contou como horas de estágio para alunos que atuaram na organização, aplicação e tabulação de dados. Todas as informações sobre a vacinação seguem para a Secretaria Municipal de Saúde. “A parceria com a Prefeitura Municipal por meio do departamento de Atenção Básica e do departamento de Vigilância Epidemiológica é importante, pois ambos trabalham com ações de promoção e prevenção às doenças e são responsáveis pela distribuição dos insumos para a realização do imunobiológico bem como o acompanhamento de eventos adversos pós-vacinação”, salienta a professora Adriana Salmem. “Para os alunos é muito importante conhecer a composição e atuação do imunobiológico; conhecer a dinâmica do calendário vacinal; fundamentar procedimentos técnicos em bases científicas da anatomia, fisiologia e microbiologia; investir no desenvolvimento das habilidades psicomotoras para a administração e investir nas habilidades de comunicação com o cliente”, finaliza.

02/10/2018

 

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