Conservação de animais silvestres é tema de palestra promovida pelo GEAS

Conservação de animais silvestres é tema de palestra promovida pelo GEAS

Grupo ligado à Medicina Veterinária contou com representante da ONG Mata Ciliar

 

“Eu faço estágio em uma clínica de pequenos animais. Porém, às vezes surgem ocorrências com animais silvestres. Então, é importante eu me atualizar para saber o que fazer nesses casos”. A afirmação de Ana Claudia Cândido, aluna do 7º semestre de Medicina Veterinária, é confirmada pela médica veterinária Cristina Harumi Adania, representante da Associação Mata Ciliar. “Todo profissional da área veterinária precisa ter conhecimento ambiental e saber lidar com os animais silvestres de vida livre. É fundamental saber lidar com essas ocorrências”, declara. A especialista em animais silvestres foi a palestrante convidada do Grupo de Estudos de Animais Selvagens (GEAS) para o encontro que aconteceu sábado, 9, no Hospital-Escola Veterinário (HEV).

Cerca de 70 estudantes compareceram ao evento. Além de estudantes da Max Planck, alunos de faculdades particulares e da USP estiveram presentes. “O GEAS é uma iniciativa que acorre em faculdades de Medicina Veterinária. Aqui na Max nós estamos sempre em busca de assuntos relevantes, trazendo profissionais respeitados e que vão contribuir para a formação dos profissionais”, garante o presidente do GEAS, Paulo Roberto Vieira “Alecrim”.

As atividades do grupo são acompanhadas de perto pela coordenadora do curso, professora Maria Fernanda Vianna Marvulo. “A convidada desse evento é uma das maiores especialistas em animais silvestres do Brasil. Tem 30 anos de atuação na área, ou seja, um rico conhecimento que com certeza impactou positivamente os participantes”, diz.

Durante a palestra, a especialista falou sobre o Centro Brasileiro para Conservação dos Felinos Neotropicais e o Centro Brasileiro para Reabilitação de Animais Silvestres, pertencentes a Associação Mata Ciliar, ONG que desenvolve projetos para recuperação e conservação da vida selvagem. Atualmente, são 70 felinos sob os cuidados da associação. Um dos alertas feitos pela médica veterinária foi a questão do tráfico de animais, mostrando imagens das condições críticas e inadequadas em que são transportados. “Os traficantes colocam os animais em caixas minúsculas, causando imenso sofrimento. A maioria morre, mesmo depois do resgate, em função do impacto negativo dessa atividade ilegal”, comenta.

Para a aluna Tamires Munhoz Apolinário, do 7º semestre de Medicina Veterinária da Max Planck, a iniciativa de trazer profissionais com essa experiência é louvável. “É uma área que interessa muito pra mim, é o que quero seguir quando me formar. Envolve muita proteção ambiental, o que é bem importante. Então, acho bastante relevante esse tipo de evento e sempre faço questão de participar”, diz.

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