Ciclo de Palestras reúne bom público

Evento encerrou com Laboratório de Vivências Inclusivas para alunos da Faculdade

O Ciclo de Palestras promovido pelo curso de Pedagogia, em comemoração ao primeiro aniversário do projeto Histórias para Inclusão – uma parceria entre o curso de Pedagogia e a APAE Indaiatuba –, encerrou, na noite de quarta-feira, 22, com o Laboratório de Vivências Inclusivas. Além desta atividade, o evento contou ainda com dois dias de palestras, realizadas no auditório da Prefeitura, e que reuniu em torno de 480 pessoas.

Divididas em dois dias de evento, as palestras abordaram quatro diferentes temas: Interfaces da reabilitação e educação especial, ministrada pela fonoaudióloga Selma Domingues El Hage; Cidadania e inclusão social da pessoa com deficiência, com a professora Rosa Virgínia Wanderley Diniz; Deficiência Intelectual: Práticas e Desenvolvimento, com o educador físico Paulo Longano Mesquita de Oliveira; e Direitos da pessoa com deficiência ministrada pelo advogado Augusto Sérgio Cruz de Toledo.

Para encerrar o evento, na quarta-feira, 22, o curso de Pedagogia promoveu, na própria Faculdade, um Laboratório de Vivências Inclusivas com diferentes atividades lúdicas, em que os alunos puderam vivenciar na prática o dia-a-dia de uma pessoa com deficiência, como a aluna do 1º semestre de Pedagogia, Noelle Bueno, que participou da oficina utilizando uma venda nos olhos e uma muleta para caminhar, com ajuda de um colega. “Senti medo porque não conseguia ver nada, apenas sentir, o que me ajudou muito foi ter alguém ao meu lado, mas a sensação de deixar de enxergar é muito ruim”, salienta. Já sua colega de sala, Maria Campanha, que se arriscou experimentando uma cadeira de rodas, não sentiu tanta dificuldade em manuseá-la. “Para mim, o maior problema mesmo é a acessibilidade”, completa.

Os alunos ainda puderam conhecer de perto a linguagem dos sinais e alguns materiais impressos na linguagem de libras. A atividade contou também com a participação de alunos dos outros cursos e funcionários da faculdade. “Para nós este evento foi muito positivo, mas descobrimos que ainda há muito para ser feito a começar pela conscientização das pessoas”, lembra a professora responsável pelo projeto Histórias para Inclusão, Rosa Virgínia.

O Laboratório de Vivências contou com a participação do Gaadin (Grupo de Apoio dos Amigos Deficientes de Indaiatuba) e do Ambulatório da APAE Indaiatuba e também com a presença dos palestrantes Rosa Virgínia Wanderley Diniz Augusto Sérgio Cruz de Toledo Paulo Longano Mesquita de Oliveira. Em virtude das chuvas, o laboratório, que seria realizado no Centro de Convivência foi transferido para o corredor do piso térreo, o que impediu a realização de algumas das atividades que estavam programadas, como os jogos esportivos.

Iniciado em maio de 2012 o Histórias para Inclusão desenvolve sensibilidades pedagógicas e educacionais nos alunos do curso a partir da prática de ‘contação’ de histórias para crianças com deficiência. A atividade ocorre no espaço destinado à espera das mães e crianças/pacientes no ambulatório da APAE Indaiatuba, e para realizá-la, os alunos de Pedagogia utilizam-se da biblioteca infantil existente, e lá contam histórias e interagem ludicamente com as crianças.

POR: SAMANTA DE MARTINO

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