BALANÇO SOCIAL DA FACULDADE MAX PLANCK

BALANÇO SOCIAL DA FACULDADE MAX PLANCK

Inspirando pessoas com ética, transparência e responsabilidade  

A Faculdade Max Planck lança seu Balanço Sociocultural Anual referente às atividades desenvolvidas no ano de 2017. O levantamento mostra que em 2017 a instituição desenvolveu  diferentes atividades culturais, entre apresentações artísticas, rodas de conversa, produções de vídeo, oficinas variadas e visitas culturais e iniciativas sociais, alcançando mais de 150 mil pessoas envolvidas, entre alunos, professores e sociedade.

Os dados publicados no Balanço Sociocultural, elaborado pela Instituição, dão ênfase à responsabilidade social atrelada à qualidade da educação superior. A partir da publicação, a MAX demonstra sua missão que vai além de contribuir para a formação dos alunos, proporcionando conhecimentos, conceitos, posturas e práticas.

O documento tem a missão de reportar à toda a comunidade acadêmica e sociedade em geral as iniciativas socioculturais realizadas no ano de 2017 e principais informações sobre a atuação dos diferentes departamentos e programas institucionais. A consulta está disponível no site da IES (https://goo.gl/rgvpsd).

“Todo crescimento requer esforço. O aluno aprende melhor praticando, o profissional se destaca na prática e a sociedade evolui se transformando. A pergunta é: como nós, como instituição de ensino, podemos contribuir com essa grande engrenagem, direcionando todo esse esforço para uma mudança positiva e efetiva? Acredito que a resposta seja inspirando pessoas com ética, transparência e responsabilidade”, afirma o Prof. Dr. Ricardo Tannus, reitor do Grupo Polis Educacional.

“Iniciativas socioculturais estão diretamente relacionadas aos projetos pedagógicos de todos os cursos da Faculdade Max Planck, com o desenvolvimento de programas mobilizadores. Com isso abalamos as estruturas dos diferentes mercados por meio dos profissionais que formamos que se tornam importantes agentes transformadores de realidades”, declara o reitor.

O reitor explica que os docentes e discentes têm no conhecimento prático a porta de entrada para novas experiências, descobertas e conquistas. Isso por meio de iniciativas socioculturais e também com as pesquisas e os grupos de estudos que promovem questionamentos, debates e troca de conhecimentos entre docentes, discentes e a comunidade, abrindo as portas para um novo modelo de educação no Brasil. “Esse novo modelo vem sendo estudado e alinhado no projeto Educar, uma inovação que está nascendo, com uma metodologia revolucionária, baseada nas melhores universidades do mundo, na qual a MAX é a pioneira em todo o Brasil”, pontua.

17/04/2018

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