AULA MAGNA DA UNIMAX ABORDA PROBLEMAS POLÍTICOS E ECONÔMICOS DO BRASIL

AULA MAGNA DA UNIMAX ABORDA PROBLEMAS POLÍTICOS E ECONÔMICOS DO BRASIL

Organizada pelos cursos de Administração e Ciências Contábeis, a palestra foi feita pelo empresário e ativista político Luiz Phillipe de Orléans e Bragança

“Por que o Brasil é um país atrasado? O que fazer para enveredarmos de vez no século XXI?”, foi o tema da Aula Magna dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da UniMAX – Centro Universitário Max Planck, no dia 26/09. A palestra foi realizada pelo empresário, ativista político e descendente da família real, Luiz Philippe de Orléans e Bragança, no anfiteatro da instituição de ensino. “Falamos sobre problemas políticos e econômicos que tem como uma a Constituição do Brasil. A partir desse documento e a consciência dessa situação, vemos como podemos evoluir, sabendo que nossa Constituição é sempre um problema. Discutimos como podemos atacá-lo em curto e longo prazo”, salienta o palestrante.

Para Luiz Phillipe é de extrema importância que o tema seja discutido por estudantes, pois pode propiciar uma melhor compreensão e apontar melhorias para o futuro. “Infelizmente, algumas instituições de ensino do nosso país, assim como diversos veículos de comunicação, vem seguindo viés ideológico seja para um lado ou para outro. Então se perde a noção do que é um fato ou realidade de como foi construída nossa Nação até esse ponto. É muito importante a gente espairecer o ar e dar uma visão didática, analítica e isenta daquilo que consideramos que seja um problema no Brasil. Sem termos essa comunhão de compreensão do que é de fato nosso problema, não conseguimos evoluir”, destaca.

O palestrante explanou um pouco sobre as constituições do Brasil. “A de 1934 foi a primeira constituição socialista, quando se criou os pilares do socialismo no país: assistencialismo, previdência, nacionalização do subsolo e criou uma série de direitos trabalhistas e de classe ao longo da regência. A partir daí começa a perversão do sistema. O Brasil abraça o conceito de estado social, que é o estado como soberano e o povo como servidor”, explica Luiz Phillipe. “Essa é minha definição: o estado define quais direitos são plenos, invioláveis ou relativos. Nesse contexto, cria-se um fenômeno chamado classe social ou grupos de interesse, que concentram um grande poder de barganha e pedem uma exceção, uma proteção ou um subsídio. Não há igualdade perante as leis”, acrescenta.

Luiz Phillipe argumenta ainda que todos os países desenvolvidos já abandonaram o estado social, que tem por característica fundamental o papel de interventor na sociedade, na política e na economia sem limites. Segundo o palestrante, o Brasil é o líder dos 180 países que mantém o estado social, que ele considera instável, razão pela qual já teve seis constituições e com isso sofre rupturas ao longo do período. “O que está acontecendo no momento no Brasil é a criação de uma grande oligarquia. É um momento muito perigoso. É isso que está em jogo nessas eleições”, afirma.

Como ativista político, Luiz Phillipe espera conscientizar a população de forma massiva a fim de que o país consiga migrar de um sistema oligárquico para um sistema de estado de direito, que é a característica de todos os países desenvolvidos. “Os quatro grandes problemas do Brasil são: muito poder concentrado nas mãos do presidente; alta concentração jurídica em Brasília; falta de transparência tributária e; o poder nunca é devolvido à população”, critica. “O que estou apontando aqui é para sairmos desse ciclo: de entrar, novamente, nos mandos e desmandos de uma oligarquia ou na loucura destruidora de outro sistema populista. Precisamos achar nosso caminho para obter de fato um estado de direito”, completa.

“É fundamental que façamos uma boa decisão nessas eleições. Quero transferir a todos vocês a conscientização que ajudou a me mobilizar, fazendo palestras para grupos de ativistas, universitários, empreendedores e empresários para que nós como sociedade passamos a cobrar exatamente esse caminho”, finaliza.

Ao final da apresentação, foi aberto um momento para perguntas. Os estudantes questionaram sobre as soluções para os problemas atuais apontados pelo palestrante; voto de protesto e distrital; formas de canalização de informações verídicas; temas como armamento, legalização da maconha e movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros) também foram abordados pelos alunos.

VESTIBULAR 2019

Seguem abertas até o dia 19/10, as inscrições para o Vestibular 2019 UniMAX – Centro Universitário Max Planck. A prova será realizada no dia 21 de outubro (domingo) às 9h30.

Para se inscrever acesse: CLICK AQUI!

Mais informações pelo telefone: (19) 3885-9900 – UniMAX – Centro Universitário Max Planck.

02/10/2018

 

 

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